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Setembro chegou

Este poema é para ti com ternura
dá-nos uma ideia de liberdade
que é a coisa mais linda e pura
de falar olhos nos olhos a verdade.

Neste poema livre do mês de Setembro
venho falar-te de duas liberdades,
a falsa, quando se está livre
para fazer o que se bem entende.
E a verdadeira, quando alguém é livre,
para fazer o que se deve fazer!

Todo o mundo grita por liberdade,
quando a pura verdade,
é que o homem nasceu livre,
mas em toda a parte, está acorrentado!

E neste meu poema de Setembro
quero ainda lembrar-te meu amigo,
ninguém é mais escravo do que aquele,
que se julga livre, sem sê-lo !
Neste poema de Setembro, estão no redil,
os escravos dos vícios, da droga e do álcool,
todos somos escravos, de uma, ou outra maneira.

Muitos humanos são escravos do nacionalismo,
outros são escravos do ensino da evolução,
somos escravos das doenças e da morte,
do berço ao túmulo, quem pensa ser livre,
vive numa escravatura de filosofias,
e o pior ainda, muitos já pagam em vida
com as sua pretensa liberdade após a morte.

É do baile dos tartufos, das preces e terços.
É a luta entre ricaços, nobreza, e bufos.
Neste meu poema do mês de Setembro,
Já lá vai Abril e vem aí já o inverno
Se nunca foi escravo no passado
Nunca se torne um escravo moderno!

 

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