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Mulheres transgénero banidas de competições de natação

© DR

A federação internacional de natação (FINA) baniu esta semana a presença de mulheres transgénero em competições de natação feminina. A federação propôs ainda um escalão aberto.

De acordo as novas normas na natação internacional, apenas pessoas que transitaram de sexo antes dos 12 anos estão aptas para competir em torneios femininos, como refere a Associated Press.

O porta-voz da FINA, James Pearce, assegurou que a medida não veio para incentivar crianças a trocarem de sexo antes dos 12 anos. “Se se trocar de sexo depois de se atingir a puberdade, tem-se vantagem sobre as outras competidoras, o que é injusto. É o que os cientistas dizem”, referiu o membro da federação.

“Não é viável para pessoas que já transitaram de sexo competirem sem terem uma vantagem”, refere o porta-voz. Admitiu também que não há pessoas transgénero em níveis de elite na natação, neste momento.

O caso tornou-se polémico, principalmente, devido à situação de Lia Thomas, uma nadadora transgénero que transitou de homem para mulher em 2020/2021. Tornou-se numa mulher mediática depois de ter batido vários recordes de natação feminina, por longa margem, e tendo ganho várias corridas com grande vantagem.

Tornou-se também a primeira pessoa assumidamente transgénero a vencer um campeonato nacional americano na Associação Atlética Nacional Universitária.

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