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Eu nunca votei Marcelo

Aliás foi Marcelo comentador de tudo, plástico, egocêntrico e também comentador intensivo de futebol (não, não é só o outro) e frequentador de flash interviews, e muito particularmente (momento decisivo) quando comentou o affair PT de forma vergonhosa, que me levou a deixar de fazer o frete de o ouvir. E chatear o marido com um ” ainda estás a ouvir esse anormal?” aos Domingos à noite.

Depois desses anos fiz mais caminho e concluí que Marcelo está a cumprir o fim da carreira que sonhou para si: um socialista católico, uma emanação mais que perfeita da corte anterior e actual (na verdade não houve qualquer disrupção temporal ou espacial do cortiço).

Soares tinha sovacos almofadados, um cronista cujo nome esqueci assim o definiu há mais de 30 anos quando se tornou na pior espécie de aristocrata empedernido com nojo de multidões.

Ainda não descobri qual a melhor definição para Marcelo, se as cuecas, se a completa irresponsabilidade, insensibilidade e cegueira que encarna enquanto debita homilia emprestada.

 

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