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A apresentação na Mealhada

Ontem foi um sábado com imensos compromissos, ou seja, dois! A minha sobrinha Mariana comemorou o seu quinto aniversário e a festa foi um brunch em Serpins com a família. Tudo ao livre e as moscas também foram convidadas. O cão Benny e o cão Beethoven também estavam muito animados na perspectiva de se deliciarem com ofertas dos adultos e efectuarem alguns roubos às crianças. A cadelinha Julinha é que andava mais preocupada com tanto cão matulão mas felizmente estava esterilizada para sossego da sua dona, actual tutora.

Na festa, dos presentes saliento a presença da minha tia Mimi, da minha tia Luísa e do meu tio Zé, tudo pessoal muito em forma e bem animados. Estava calor, não fazia vento e os putos divertiam-se na piscina enquanto os cachorros lhe roubavam as sandes de queijo e fiambre.

Quando cheguei tive o imenso prazer de presenciar o meu pai a trinchar na cozinha um leitão com uma motosserra. Nunca me teria lembrado de algo parecido mas pareceu-me uma solução interessante. A lâmina abanada um bocado e algos nacos voavam, mas naquela casa nada se desperdiça apesar do resultado tudo indicasse que o leitão já depois de assado tivesse atropelado pela saudosa automotora da linha da Lousã, estava muito saboroso. Mas quanto mais não fosse, valeu a pena lá ter ido de propósito só para ter testemunhado tal acontecimento.

A festa estava bonita, o pessoal muito divertido mas chegara a hora de eu ir embora para fazer a festa do “Diário de um Morto” na Mealhada. Alguns aconselharam-me a não ir porque haveria fogo mas fui. Tinha um problema para resolver, que era o de levar uma senhora que estava na cozinha a ajudar à festa a casa dela, tanto mais que ficava a caminho da Mealhada. O problema não era de levar a senhora, só que ela não se costuma calar e fala aos berros. Acresce do facto de quando ela quer passar num corredor e eu estou a estorvar, dá-me palmadinhas no rabo para eu me afastar. E eu afasto-me e qualquer reacção dela à minha cara de indignado é completamente insipiente. Fomos…

Apliquei uma técnica que utilizo com algumas pessoas quando as quero sentir calados e que normalmente resulta com a excepção da Ana! A técnica é de conduzir em velocidades mais baixas para o passageiro sentir o efeito da aceleração e cortando as curva de a que a pessoa pense que está nas mãos de um maluco e que em vez de falar, comece a, e de forma silenciosa, agradecer a Deus a possibilidade de ter existido e penitenciar-se por todo o mal que mesmo sem intenção, tenha provocado. Com a Ana não resulta porque ao mínimo “cheirinho” no acelerador, ela insulta-me e não se cala! Com a senhora que transportei ontem resultou.

Cheguei antes de todos ao local da apresentação. Isto é, o Silvino, o anfitrião já lá estava no seu local de trabalho. Só nos tínhamos falado por telefone para combinar a apresentação e ele é de uma hospitalidade extrema. Acho que ficamos amigos!
Depois chegou o Américo para apresentar o livro. Com ele chegou a Sara e o maravilhoso Tiago de sete anos, a mesma idade do puto Lima. O tempo foi passando e chegou o primeiro freguês, o meu amigo João Gomes que já não o via há mais de 4 anos! O João é amigo do Silvino, eu sou amigo do João e do Américo, a Sara é excelente e o puto Tiago é o máximo!

E ficamos por ali á conversa! O Américo conheceu o João, o João conheceu Américo e falamos e recordamos brilhantes cenas no defunto Scotch, uma discoteca fantástica que chegou a existir em Coimbra onde todos fomos felizes. O tempo passou, não chegou mais ninguém mas foi divertido!

Um autor, um apresentador, um cliente, um anfitrião, a Sara e o Tiago a falarmos e a saímos de lá já bastante tarde. Correu bem!

Correu de tal forma bem que voltaremos a repetir no dia 20 de Setembro à mesma hora!

A ideia e o objectivo da apresentação, para além da venda e divulgação, é sejam passados uns momentos divertidos e bem-dispostos e esta última faceta foi completamente cumprida! Certamente algo falhou porque eu esperava mais gente! Tenho que analisar bem o que falhou e rectificar e afinar. Mas a culpa nunca é de quem não apareceu, tomaram as suas opções e como somos uns chatos do caraças voltaremos na próxima sexta-feira dia 20 de Setembro pelas 18.30h.

Se não aparecer ninguém teremos uma conversa sossegada, tanto mais que eu e o Américo fomos feitos para falarmos e ouvirmo-nos um ao outro!

Estão convidados para também irem!