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Portugal vence Taça Challenger de voleibol e apura-se para a Liga das Nações

Portugal venceu este domingo a Taça Challenger de volebiol, ao bater na final a República Checa, por 3-1, em Matosinhos, e apurou-se para a Liga das Nações de 2019.

A seleção portuguesa, que se impôs com os parciais de 18-25, 25-22, 25-19 e 25-16, embolsou 100 mil euros com o triunfo nesta prova.

Portugal contou desta vez com o apoio de cerca de 1.000 espetadores, de longe a maior assistência dos cinco dias desta prova, e como ele foi importante nos momentos em que os checos procuraram encurtar distâncias pontuais.

A República Checa dominou o ‘set’ inaugural, e Portugal, depois de três vitórias por 3-0, cedeu, assim, o primeiro parcial nesta prova, fruto dos muitos erros que cometeu.

Portugal voltou a estar mal no serviço, capítulo em que apenas se salvou Filip Cveticanin, e foi em parte devido a esse mau desempenho que os checos, fortes no ataque, se adiantaram e nunca mais perderam a liderança, vencendo esse ‘set’ por 25-18.

O serviço e o ataque de Portugal melhoraram no parcial seguinte e, apesar da forte réplica dada pela seleção checa, o triunfo caiu para o lado português.

Pelo meio, houve um desaguisado verbal entre Alexandre Ferreira e o número quatro checo, Donovan Dzavoronok, que o árbitro puniu com cartões amarelos para ambos e que levou o público a intensificar o seu apoio ao Portugal e as vaias ao adversário sempre que este serviu.

Portugal e Alexandre Ferreira começaram mal o terceiro parcial e a República Checa aproveitou para se distanciar (4-1 e 5-2), mas nunca foi além dessa vantagem.

Aos poucos, a equipa portuguesa recuperou, ganhou confiança, passou para a frente (7-8), resistiu à pressão checa e, com o bloco em bom plano, impôs-se por 19-25.

A seleção lusa entrou forte no quarto ‘set’, fez o 1-2 com um grande ‘tiro’ de Marco Ferreira, e o seu irmão, Alexandre Ferreira, aumentou para 1-3 antes de o bloco português conseguir o 1-4.

A parir daí, Portugal segurou a liderança, chegou aos 5-10 com ataques variados e bem definidos junto â rede e depois soube resistir à pressão e a algumas aproximações pontuais ameaçadoras dos checos.

O marcador chegou aos 15-20 e daí para a frente quase só deu Portugal, que se mostrou cada vez mais seguro, confiante e dominador a vários níveis e concluiu o ‘set’ e o encontro a seu favor por uns claros 16-25.

República Checa – Portugal, 1-3.

Parciais: 25-18 (25 minutos), 22-25 (34), 19-25 (27) e 16-25.

Sob a arbitragem da dupla Olivier Guillet (França e Jacobus Nederhoed (Holanda), as equipas atuaram com os seguintes jogadores:

– República Checa: Milan Monik, Jan Hadrava, Donovan Dzavoronok, Petr Michalek, Jakub Janouch, Vladiir Sobotka, Adam Zajicek, Pavel Bartos, Petr Sulista, Marek Beer e Michal Finger,

Selecionador: Michal Nekola.

– Portugal: Filip Cveticanin, Marco Ferreira, Alexandre Ferreira, Phelipe Martins, Lourenco Martins, Miguel Tavares Rodrigues, João Fidalgo, Valdir Sequeira e José Pedro Monteiro,

Selecionador: Hugo Silva.

Assistência: cerca de 1.000 espetadores.